A tenda: trocas regadas a poesia
Olhares transitaram, sentidos inquietaram-se, palavras ecoaram, transeuntes questionaram-se; na tenda as trocas potencializaram-se. A tarde chuvosa do dia 25 de julho proporcionou uma ruptura na ordem corrente do cotidiano, despertando nas pessoas um sentimento poético e lúdico.
Pessoas desconhecidas ou não que se reconhecem em gestos que denunciam suas inquietações, paixões e utopias. Trocam em fluxos contínuos e ricos. Trocam sem temores ou preconceitos. Trocam densamente e intensamente. Trocam entre amantes e amigos. Trocam com conhecidos e desconhecidos. Trocam, trocam e trocam, embriagados em poesias sonoras, visuais, olfativas, gustativas, táteis, afetivas, entre outras.
A tenda ocupou o espaço público, configurando um “outro” espaço social e ainda ocupa nossos imaginários sensibilizando nossas apreensões…
Post: Ariane